Trabalho não é sacrifício. Mas o sacrifício faz parte do trabalho.
Nesse post fiz uma analogia entre trabalho e treino, sei que alguns amam treinar e não tanto trabalhar e vice-versa…rsrsrs. No entanto podemos melhorar a maneira como encaramos nosso trabalho.
Lembrem-se que vocês podem trocar a palavra por ‘trabalhar’ por ‘treinar’ que cabe certinho.
“Escolha um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.” — Confúcio.
Romântico… mas na prática não é bem assim, Confúcio.
Essa onda de “Faça o que você ama e não terá que trabalhar nunca mais” nunca funcionou bem — por mais que tenhamos acreditado nela por um tempo.
Trabalho é trabalho. Você pode amar ou odiar o que faz, mas ele continuará te exigindo executar tarefas chatas e te colocando em situações mais chatas ainda.
Trabalho não é sacrifício. Mas o sacrifício faz parte do trabalho — não só do trabalho, o sacrifício faz parte da vida. E você vai se encontrar com ele semanalmente, seja qual for o seu trabalho.
Colocando em pauta com atividade física pode ser a mesma coisa e como no trabalho não conseguimos terceirizar todas as tarefas chatas no exercício fisico também dá pra contratar alguém para malhar e você ficar com os resultados.
Sob esse ponto de vista, existem basicamente 3 formas de se motivar pelo trabalho/treino:
Você pode se motivar pelos resultados ou se motivar pelo processo do que você faz.
O problema é: tanto as tarefas do processo quanto os resultados são frágeis. Você não só receberá tarefas agradáveis no dia-à-dia. E você também não terá sempre resultados positivos.Não é todo o dia que você trabalha/treina o que gosta e também não batemos o PR todos os dias, tem dias que as cargas não sobem mesmo.
E essa é talvez a maior fonte de frustração que enfrentamos com os treinos: acreditamos que o sentido do treino está em fazer o que gostamos; ou receber os resultados que nos agradam.
Na verdade, se apegar ao processo é um otimo caminho para colher resultados e por isso a comunidade nos treinos fazem cada vez mais sentido. Existem inúmeros dias que estamos desmotivados ou cansados para treinar, mas chegar na box e encontrar com seus amigos ou trocar uma ideia com o coach, entre uma série e outra , faz você cumprir suas tarefas mesmo nos dias mais difíceis.
Você pode se motivar pelo significado que você dá para o que faz.
Talvez a nossa verdadeira missão seja aprender a “significar” o trabalho, mais do que aprender a “amar” as tarefas e resultados do trabalho/treino.
Significar é dar/encontrar uma causa para o que você faz. Essa causa pode ser um propósito ideológico; pode ser uma oportunidade imperdível; ou pode ser a necessidade de ficar mais saudável.
E se chegar ao ponto de não existir significado nenhum: aí tudo bem entrar em crise — c’est la vie.
Não busque amar tudo o que faz. Busque fazer algo que valha a pena.
“Amar” sempre trás uma aura de unicórnios & arco-íris para o processo e para os resultados do trabalho. Mas, no fundo, nós sabemos que isso nada mais é do que uma forma de mascarar o sofrimento e sacrifício que acompanham o dia-à-dia de qualquer trabalho — alô facebook/instagram!
Significar o trabalho não vai fazer o sacrifício diminuir. Mas fica mais fácil conviver com o sacrifício quando você enxerga e entende o porquê dele.
O valor de se encontrar um significado para fazer algo e fazer algo que faça sentido é exatamente esse: se o trabalho faz sentido, o sacrifício fará sentido também — seja a tarefa/resultado da semana apaixonante ou não.
Não busque amar tudo o que faz. Busque um sentido que faça valer a pena fazer o que você faz.


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